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terça-feira, 24 de junho de 2014

5 formas legais de colocar marca-dágua em suas fotos

Um dos problemas para quem cria montagens ou tira belas fotos e as posta na internet é manter a autoria das imagens. Na rede, é muito comum ver uma foto criada por alguém sendo atribuída à outra pessoa. Para evitar esse tipo de transtorno, fotógrafos optam por aplicar marcas-d’água em suas fotos, evitando que alguém possa roubar as suas fotos.
Só que muita gente que gostaria de fazer isso não sabe como. Pensando nisso, resolvemos mostrar cinco alternativas, tanto online quanto offline, de serviços que aplicam marca-d’água em imagens.

1) Picasa

(Fonte da imagem: Reprodução/MakeUseOf)

O serviço de armazenamento de imagens do Google apresenta algumas funções no seu aplicativo que muitas pessoas não conhecem. Uma delas é exatamente a que queremos mostrar.
A possibilidade de incluir marca-d’água nas imagens está presente, sendo disponibilizada apenas a inclusão de texto. Caso você queira incluir um logotipo na foto, você terá que procurar outro serviço. Para baixar o aplicativo do Picasa, clique AQUI.

2) WaterMark.ws

(Fonte da imagem: Reprodução/Watermark.ws)
O WaterMark.ws é um site em que você pode incluir marcas-d’água de texto ou imagem. A vantagem do serviço é que você não precisa baixar nenhum tipo de programa. Basta você enviar a sua foto para o serviço, configurar o tipo de marca e salvar.
Outra vantagem é que você pode personalizar pontos como o ângulo da imagem, assim como alterar a fonte, tamanho e cor de texto. Para acessar o serviço, clique aqui.

3) TSR Watermark Image

(Fonte da imagem: Reprodução/TSR Watermark)
Apesar de não ser o programa mais bonito que você vai usar para aplicar marcas-d’água, o TSR Watermark Image deve surpreender pela sua facilidade de uso e eficiência ao que se propõe. É possível incluir texto, uma imagem ou efeito, sendo que todos são completamente personalizáveis.
Clique aqui para poder baixar o TSR Watermark Image.

4) My Watermark

(Fonte da imagem: Reprodução/My Watermark)
O My Watermark, assim como acontece com o Picasa, é um aplicativo que inclui marca-d’água em forma de texto na sua imagem. Com ele, é possível escolher a fonte, tamanho, cor e nível da transparência usada nas letras da sua marca.
Para poder baixar o programa, clique aqui.

5) PicMarkr

(Fonte da imagem: Reprodução/Picmarkr)
A última sugestão para a aplicação de marca-d’água nas suas imagens é o PicMarkr. Ele é um site que pode incluir texto, imagem em alguma parte da imagem, ou aplicar a marca-d’água em diversas partes da foto. Com um layout parecido com o do Flickr, o serviço permite o envio da imagem marcada para o Flickr, Facebook, Picasa ou que você faça o download para o seu computador.
Para visitar o site, clique aqui.

As vantagens e desvantagens de programas online e offline

Três dos serviços indicados aqui são offline, enquanto os outros dois não funcionam sem estarem ligados na rede. Existem prós e contras para o uso de cada serviço. Você deverá pesar cada um deles para saber qual se encaixa melhor às suas necessidades.
Os serviços online têm como vantagem o fato de você não precisar instalar absolutamente nada na sua máquina, além da possibilidade de enviar o resultado do seu projeto para redes sociais, como Facebook.
Por outro lado, o fato de você precisar estar sempre conectado à internet pode ser um problema para algumas pessoas. Outro elemento que prejudica é o fato de existirem limitações em relação ao tamanho dos arquivos que são enviados.
Já os programas offline tem como vantagem a funcionalidade sem precisar de uma conexão ativa. Geralmente, programas instalados no computador trazem mais funções do que suas contrapartes online, e os aplicativos para criar marca d’água não são exceção. Outra vantagem é a de que você pode usar arquivos de diversos tamanhos, sem limitações.
Vale lembrar que ainda existem muito mais programas e serviços online para você marcar suas imagens.

domingo, 22 de junho de 2014

Curitiba, Ontem e Hoje - álbum 1

Curitiba Ontem e Hoje I

"clique na imagem para acessar"

Como fotografar um ambiente à luz de velas

Muitos são os apaixonados pela fotografia: se é adepto desta arte e utiliza a câmara fotográfica como uma extensão da sua memória, tenha sempre em mente que um bom ângulo não é o suficiente para um registo bem feito. É preciso praticar, e muito, as técnicas, para conseguir obter resultados perfeitos, que podem ser artísticos — boas angulações, composições e outros itens —, ou puramente informativos (quando apenas expõe o que viu). Um bom desafio para qualquer fotógrafo ambicioso, é fotografar um ambiente à luz de velas: vamos a isso?

A iluminação é a chave de tudo

Uma das primeiras opções de quem deseja fazer parte do mundo da fotografia é dar importância ao conhecimento analógico, ou seja, perceber como funciona uma máquina fotográfica, independentemente de todas as facilidades digitais, tão acessíveis nos dias de hoje. As técnicas não são difíceis, mas requerem exercícios frequentes. Tudo na fotografia começa e termina com a luz. E quando se trata de fotografar velas ou de ambientes com esse tipo de iluminação, esse propósito fica ainda mais evidente.

Como acontece o click

Comece por ajustar a sua câmara fotográfica para o modo "manual". No visor, surgirão os níveis do diafragma e do obturador. Veja a seguir as funções de cada um e a sua importância na hora de tirar uma boa fotografia de uma vela ou de um ambiente com essa luminosidade.
  • Diafragma: a lente da sua câmara tem um dispositivo interno que se abre e se fecha. Quanto mais fechado estiver o diafragma, menos luz será registada; quanto mais aberto, mais luz vai passar. No caso de um ambiente à luz de velas, sabe-se que a iluminação local é branda. Por isso, o diafragma da máquina deve estar com uma abertura grande, para que as nuances da iluminação das velas sejam bem visualizadas. Ajuste para 5.6, no mínimo. Quanto mais baixo for o número, maior será a abertura do diafragma e mais luz ambiente será registada na fotografia.
  • Obturador: controla a velocidade do diafragma; esse é o click. Quanto mais rápido o diafragma se fechar, menos luz entrará. Quanto mais lento, mais luz passará. Levando-se em consideração que a luminosidade de um ambiente à luz de velas é baixa, é preciso que o obturador da câmara esteja ajustado para uma velocidade um pouco mais lenta. Regule para 1/80 no mínimo, mas leve em consideração os efeitos que uma velocidade lenta pode causar, verificando o item a seguir. 

Efeitos

Obturador: velocidade lenta

Se o diafragma da máquina demora a ser fechado, mais luz e movimentos serão passados para a foto. São muitas frações de segundos que, registadas pela câmara, causam um efeito de rastreamento. Ou seja, o assunto principal da fotografia fica com uma continuidade de luz e movimentos. É um efeito bonito para se fotografar velas. Para obtê-lo, configure o obturador para 1/50. É importante saber que velocidades lentas causam fotos tremidas. Por isso mesmo, é sempre bom ter um tripé. Com ele, pode ajustar o obturador para as velocidades mais lentas possíveis, e criar um efeito tão bonito quanto uma pintura a óleo.

Obturador: velocidade alta

Se o diafragma se fecha rapidamente, menos luz entrará. Isso causa um efeito de congelamento na foto. Um bom exemplo desse efeito são as fotos de água corrente, com as gotículas que saltam. Com o congelamento, é possível visualizá-las claramente. Se fosse uma velocidade lenta, as gotículas seriam visualizadas como se fossem fumaça em torno da água. Se o objetivo é registar um ambiente à luz de velas sem efeitos visuais causados pela câmara, mantenha o obturador numa velocidade alta: de 1/80 para cima.

Flash?

Se não quer descaracterizar o charme de uma vela ou de um ambiente com essa luminosidade, a resposta é não. O flash, como o próprio nome indica, tem a função de produzir luz intensa e instantânea, alterando a identidade visual do assunto a ser fotografado. Se optar por usar o flash, é muito provável que o ambiente fique com uma tonalidade demasiada branca, diferenciando-se dos tons quentes e amarelados da iluminação das velas. Tente não usar o flash, salvo se souber configurá-lo para uma posição mais fraca do que a luz do ambiente em causa (pode ser difícil para quem não tem muita experiência). Se o ambiente estiver muito escuro, aumente o ISO (sensibilidade da máquina à luz ambiente). É importante ressaltar que, quanto maior for o ISO, maior será a granulação da fotografia e isso acontece porque a máquina ativa um sensor muito potente.

E se eu quiser manter a câmara no modo "automático"?

Se essa for a sua opção, não será necessário a verificação do diafragma, nem do obturador. Porém, a fotografia certamente não terá um registo fiel da luminosidade do ambiente, mas antes um registo daquilo que a câmara julga ser o correto... Isso pode causar a sensação de uma fotografia artificial por parte de quem vê. A ideia de fotografar um ambiente à luz de velas é justamente proporcionar ao espectador a impressão de estar lá. Pronto para começar?

10 dicas para tirar fotos originais com o Instagram

Com uma história curta, mas recheada de sucesso, o Instagram já alcançou a posição de maior rede social de fotos do mundo. A sua popularidade é tão grande que celebridades e personalidades usam-no para registar coisas simples do dia-a-dia através da fotografia, mantendo assim um contato direto e privilegiado com os seus fãs. E a verdade é que existem inúmeras maneiras de fotografar, de forma original, com o Instagram!

Instagram, Instafotos!

Fundada em 2010, fruto de uma parceria entre o brasileiro Mike Krieger e o americano Kevin Systrom, o Instagram é uma rede social assente na captura e partilha de fotografias. Inicialmente restrito apenas aos utilizadores do iPhone, em 2012 passou a ser disponibilizado também para os aparelhos com o sistema operacional do Google, o Android. Nesse mesmo ano, foi adquirido pelo Facebook. Desde a sua criação, a principal característica da rede social são as fotos originais e personalizadas: a possibilidade de aplicar filtros diferenciados foi a principal característica que chamou a atenção dos apaixonados por fotografia. Usando alguns recursos do próprio Instagram, é possível criar uma série de efeitos nas imagens, transformando totalmente o resultado final.

10 dicas para tirar fotos originais com o Instagram
Se é verdade que os próprios filtros do Instagram já ajudam a personalizar as fotografias tiradas com este aplicativo, também é verdade que, com alguns truques, é possível personalizar ainda mais as fotos, tornando-as verdadeiramente originais.
  1. Ângulos diferenciados: procure os ângulos menos usados – fuja do comum! Esse tem sido o lema de muitas pessoas que se destacam nesta rede social, uma vez que normalmente fotografam momentos originais e que muitas vezes passam despercebidos. Um casal, por exemplo, ficou famoso no Instagram por contar toda a trajetória das suas férias fotografando apenas os pés nos locais por onde passavam: um pequeno pormenor que fez toda a diferença e ganhou força entre os seguidores.
  2. Filtro Amaro: este filtro pode ser usado para clarear aquelas fotografias que por ventura tenham saído mais escuras. É ideal para formar um ponto de luz na imagem.
  3. Filtro Rise: este filtro acentua as principais cores da foto, conferindo-lhe uma vivacidade única. Este é um dos filtros do Instagram mais utilizados em fotografias de paisagens.
  4. Filtro Hudson: mescla os pontos mais luminosos e mais escuros, dando assim um efeito muito interessante às fotografias. A principal vantagem deste filtro do Instagram é proporcionar um efeito mais profissional às fotografias, ou seja, o que antes era feito apenas por profissionais, pode agora ser reproduzido com um simples toque.
  5. Filtro Inkwell: reproduz as tradicionais fotos a preto e branco, muito populares atualmente devido à valorização do vintage. As primeiras imagens a serem congeladas eram as fotos que não tinham cor e, durante muito tempo, essa era a única maneira de reproduzir um momento. Hoje em dia, essa técnica tornou-se mais artística, mais tendência… e dá fotografias lindas no Instagram!
  6. Foto envelhecida: assim como as imagens a preto e branco, durante muito tempo as cores das fotografias eram um pouco diferentes daquelas que hoje conhecemos, ou seja, eram mais suaves, quase desbotadas. Para aplicar esse toque nas fotografias, basta escolher um dos filtros do Instagram que possuem essa função.
  7. Referências profissionais: a possibilidade de transformar as imagens captadas com o celular em fotografias profissionais, é um dos atrativos do Instagram, por isso, inspire-se no trabalho dos grandes fotógrafos da atualidade e siga-os no Instagram.
  8. Especialize-se num tipo de foto: especializar-se num assunto ajuda muito na hora de tirar fotos originais com o Instagram, pois, dessa maneira é possível concentrar-se melhor, ou seja, se tem especial interesse por paisagens e natureza, vale a pena manter um perfil bem segmentado –assim as pessoas com o mesmo interesse podem contribuir com ideias e fotografias igualmente originais.
  9. Cuidado com o foco: fotos desfocadas só são aceites quando essa for a intenção, ou seja, se não for para um uso mais lúdico, mantenha sempre as suas fotos com uma boa resolução, assim é possível retratar todos os detalhes do objeto fotografado. O Instagram e os seus utilizadores agradecem!
Siga outros perfis no Instagram: muitos artistas utilizam o Instagram para divulgar os seus trabalhos, algumas pessoas mostram um ponto de vista muito peculiar sobre determinados assuntos, outras simplesmente contam a história do seu dia-a-dia através do Instagram. Todos eles servem de inspiração na hora de tirar as suas próprias fotografias, por isso, siga quem o inspira a ser mais original no Instagram!

O que é a regra dos terços?


Um dos mais importantes e mais conhecidos princípios da composição fotográfica, a regra dos terços tem como principal objectivo contribuir para a captação de uma imagem visualmente equilibrada e interessante. Se ainda não aprendeu esta regra básica da fotografia, está na altura.

O que é?

A regra dos terços é um exercício visual onde o fotógrafo olha pelo visor ou ecrã para o cenário que quer fotografar e divide-o, mentalmente, em três terços verticais e horizontais para obter um total de nove quadrados. Graças a esta grelha virtual, as quatro esquinas do quadrado central revelam quatro pontos de interesse da imagem, ou seja, serão nestas zonas que deve posicionar os elementos mais atraentes a fotografar. Em adição, as quatro linhas que formam esta grelha (2 horizontais, 2 verticais) são uma espécie de local de repouso para aquilo que quer focar e é sobre as próprias linhas ou então nos pontos onde cruzam que deve compor e enquadrar a fotografia.

Como funciona?

Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha mais depressa para um dos pontos de cruzamento do que para o centro da fotografia. A aplicação da regra dos terços não é mais do que evitar simplesmente centrar o elemento a fotografar, e posicioná-lo 1/3 acima do fundo e 1/3 à esquerda ou então 1/3 abaixo do topo e 1/3 à direita e assim sucessivamente. No caso de pessoas e objectos procure posicioná-los numa das quatro intersecções da grelha; no caso de paisagens, posicione-as no topo ou no fundo da grelha. O resultado é uma imagem mais natural, contrabalançada e atractiva ao olhar.

Praticar para alcançar

Não há nada como praticar para alcançar e, no caso da regra dos terços, importa analisar, em primeiro lugar, muitas fotografias que foram tiradas segundo este princípio, para depois passar à prática. Tão fundamental como a visualização da grelha em si, é saber, em primeiro lugar, quais os pontos de interesse do cenário que pretende fotografar; e, em segundo lugar, conseguir posicioná-los sobre a grelha de forma intencional. A velha máxima “as regras foram feitas para serem quebradas” também se aplica aqui: uma vez que a fotografia é uma forma de arte e de expressão criativa, depois de aperfeiçoada a técnica, faça questão de fugir à regra… dos terços e experimentar outras composições.